Fui à exposição do Andy Warhol. Se já não houvesse terminado, recomendaria.
Na USP há greve, como todos os anos. Construída pelo mesmo grupo de pessoas. A LERQI, A Negação da Negação, o PSTU; eles sempre chamam para as Assembléias quando precisam de números, mas nunca permitem que se diga o que se pensa. As únicas pessoas que prestam são as que pensam como eles e não discordam de nada; tomam para si o direito de protestar, mas não suportam os que não estão de acordo com eles. Seria bom pensar que são só idiotas ou infantis, mas naquela "esquerda" organizada estão presentes, mais do que em outros grupos, os germes do totalitarismo fascista que eles amam tanto apontar nos outros. As reivindicações dos funcionários? Aumento salarial. E eles ganham pouco mesmo. Ainda assim, devoram quase todo o orçamento da USP.
A justiça é só um ponto de vista. Quem tem de conviver com eles sabe que essa gente não ganha mal: são improdutivos, incompetentes, ríspidos e inaptos - os que têm essa função - a trabalhar com o público. Trabalham pouco. São blindados por todos os lados. A ouvidoria da Universidade é um orgão ineficaz e omisso. A USP, infelizmente, terá de ser reformada para se tornar (para continuar a ser) o motor propulsor da geração de conhecimentos para o País, para continuar a exercer o papel de excelência na crítica social - sem se tornar um parasita do Estado, um corpo emperrado por uma burocracia que trava o aumento no padrão de qualidade da pesquisa e composto de pessoas desinteressadas no bom andamento de seu trabalho, livre de uma gente mesquinha que, escondendo-se hipocritamente atrás de um discurso demagógico de igualdade, de direitos do trabalhador, luta para conservar as coisas exatamente como estão dizendo que tudo tem de mudar.
terça-feira, 25 de maio de 2010
De Warhol e da greve do funcionalismo da USP
Publicada por
Sergei
em
11:55
Etiquetas:
direita,
esquerda,
funcionalismo,
greve,
incompetentes,
lumpen,
USP
Assinar:
Postagens (Atom)