No final dos anos 60 que construíram aquele trambolho de concreto sobre a Praça Roosevelt. A praça já havia, ou algo como uma praça. O espaço atrás da igreja da Consolação revezava-se entre estacionamento e feira livre, era de paralelepípedos.
Daí chegaram os cretinos da FAU-USP mostrando a que vieram: escreveram um artigo cheio de sofismas bonitos e publicaram em revista. Um "edifício praça e mercado" respondendo à "vocação do espaço" (a ser estacionamento).
Tacaram mais concreto sobre a cidade num período em que já se iniciava a discussão sobre microclima, os acadêmicos da arquitetura, os paisagistas do cimento armado. Pelo o menos combinou com o minhocão.
Na falta de verde, nos anos oitenta, a solução: pintaram a praça de verde!
Finalmente, o chão. Sobre a praça de cimento e ferro, plantarão árvores.
Tomara que volte a ter seu nome antigo: Praça da Consolação. Bem mais bonito.
Viva o teatro, a vida, o bar, a noite!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
O modernismo equivocou-se
Publicada por
Sergei
em
13:49
Etiquetas:
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